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1/28/2015

Alstom A96 (Frota G)

Desenho do Alstom A96 abaixo, para sua visualização: Clique na imagem e quando abrir a janela clique em cima da imagem novamente.
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 Alstom A96 (Frota G)
Situação da frota: Alguns trens estão sendo remanejados para a linha 1 -Azul e sua maioria estão na linha 3-Vermelha

História do A96: Vamos com o desenho do terceiro trem mais antigo do metrô de São Paulo desenhado inicialmente em agosto de 2010 e refeito agora em 2018. É um dos novos trens do Metrô de São Paulo, o Alstom A96.  Esse trem foi o segundo modelo que a Alstom desenvolveu ao Metrô: seu modelo mais antigo é o frota 500 da Via Mobilidade (antigo Frota F). A Alstom trouxe pra o Metrô o que há de mais novo na rede de transportes de grande capacidade. Seu espaço interno tem ar-condicionado, o que é indispensável nos dias de hoje e o espaço ganhou mais vazão pra poder transportar mais passageiros. No Metrô de São Paulo ganhou ainda os assentos para obesos e é o primeiro dos trens do Metrô com câmera de vigilância em todos os vagões. O mapa dinâmico informa eletrônicamente cada estação que o trem irá passar. A linha 2 verde foi construida no final dos anos 80. Embora seja linha 2, foi a 3° Linha a ser construída, depois da linha 1 que á tinha quase 20 anos de uso e da linha 3 que já passava dos seus oito anos de operação. Foi inaugurado em 1991 pelo então governador Oréstes Quercia que entregou o chamado Ramal Paulista as estações Paraíso (que contava a integração com a linha 1-Azul), estação Brigadeiro, Trianon-Masp e Consolação. Ano seguinte na Administração Fleury, foram inauguradas mais duas estações: Ana Rosa (a segunda estação interligada com a linha 1-Azul) e Clínicas, que ficou mais perto do complexo hospitalar de hospital de mesmo nome. Passou a ficar nesse trajeto por 6 anos, foi quando na Administração Mário Cóvas ganhou mais duas estações, Sumaré e Vila Madalena, fechando o lado Oeste da linha. Na linha anos depois o investimento foi só de trens. Até 2000 operava com os antigos Mafersas frota D (atual Frota L) junto com os antigos BUDD frota A (atual frota I e J), foi quando os Alstom Milênio que durante meses de operação na linha 3 foram pra linha 2 e assim consequentemente todos os Mafersas da linha retornaram pra linha 3. Assim em 2006 na gestão Alckmin ganhou duas novas estações, Chacara Klábin e Imigrantes (batizada meses depois como Santos-Imigrantes). Ano seguinte nasce a estação Alto do Ipiranga. No ano de 2010 ganha mais duas estações: Vila Prudente e Tamanduateí (que faz integração com a linha 10 da CPTM) na Gestão Goldman, nesse mesmo ano se integra por meio da linha 4 a estação Paulista junto com a estação Consolação, fechando assim a extensão prometida a mais de 20 anos desde a inauguração do primeiro trecho. Vale lembrar que a prolongação da linha 2-verde se dará a partir de Vila Prudente pelo sistema de monotrilho até o bairro de São Mateus pela linha 15-Prata, aumentando regressivamente a demanda da linha. Em 2018 depois de alguns anos prestando serviços a linha 3-Vermelha, alguns modelos foram remanejados para a linha 1-Azul pra atender a demanda da linha que aumentou devido a integração da linha 5-Lilás.

Alstom Milênio (Frota E)

Desenho do Milênio abaixo, para sua visualização: Clique na imagem e quando abrir a janela clique em cima da imagem novamente.
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 Alstom Milênio

Situação da Frota: Operam desde 2017 na linha 1-Azul. O remanejamento desta frota se deu pois os modelos modernizados da Alstom (Frota I) ao serem entregues com CBTC foram operar na linha 2, o que fez a Frota E ser deslocada para a linha 1. Atualmente é o trem mais antigo do Metrô de São Paulo

História do Milênio: Desenho do Milênio feito em junho de 2010. A Alstom, empresa francesa para materiais metro-ferroviários se destacou no final da década de 90 devido a fabricação de novos modelos para operação em ferrovias ou em subterrâneos. Em São Paulo, começou, além do Milênio representado aqui, o Alstom Metrópolis (para a linha 5 Lilás) e  o Alstom 16 (para a linha 2) são seus principais modelos. Porém um dos destaques da Alstom foram as modernizações que fez nos sistemas de trens na CPTM (reformando inclusive as frotas mais antigas como as séries 1100, 1400 e 1600 e a mais nova 1700). No Rio de Janeiro, participou do segundo modelo de trens para a MetroRio e também chegou a participar de modernização dos trens da Supervia,  incuindo os da série 700 (comparados aos modelos 1700 da CPTM). A Alstom também assumiu a antiga fábrica da Mafersa, na Lapa (Zona Oeste da capital de São Paulo).  Projetado em 1997, chega no sistema o "Milênio", nome batizado por votação popular.  O nome se deu pela proximidade ao ano 2000.  Chegou em 1998,  operando a linha 3 vermelha. Nisso a linha operava com Cobrasmas, alguns Mafersas e todos os Milênios. Segundo dizem os Milênios não suportaram a demanda e foram remanejados para a linha 2- verde. Daí os Mafersas que operavam a linha 2, saíram para a 3 e os Milênios dividiam a linha com os Budd, da linha 01.  Sua característica interna e externa é muito semelhante a dupla Cobrasma/Mafersa, que dividiram o consórcio com a Francorail, porém a Alstom conseguiu fazer um modelo muito moderno e próximo do real já que fazia pouco mais de 12 anos da fabricação dos modelos mais antigos.  O Milênio já tinha começado a ser concebido a partir do modelo 343 da Mafersa. Dois dos últimos carros desse modelo, tiveram as portas modificadas com o padrão do sistema macho-fêmea que se tornou padrão da Alstom e posteriormente serviu de referência para modernizar o layoult das portas dos Cobrasmas, Mafersas e Budd. Na máscara da frente foi o primeiro modelo que trouxe a nova pintura do sistema, o Azul Metropolitano, que o governo estadual adotou na época para designar a padronização Metrô, CPTM e EMTU como uma só. O Milênio também foi o primeiro a ter letreiro digital, onde mostra na parte das máscaras frontais os destinos que o trem irá.