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1/29/2015

Mafersa 1700 (*Frota desativada)

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Mafersa 1700

Situação da frota: Todos os Mafersas operam a linha 7-Rubi

História do Mafersa: Para dar prosseguimento ao blog, vamos com o TUE 1700, desenhado em agosto de 2012, último modelo de trem urbano produzido pela Mafersa no Brasil. A Mafersa passou do áuge para um declínio após a década de 80 por causa da falência da The Budd Company, que a a partir daí ficou impedida de fazer trens com a tecnologia da empresa americana. Sendo assim foi solicitada à Mafersa pela STU (Superintendência de Trens Urbanos) do Rio de Janeiro e de São Paulo, gerenciada pela CBTU a encomenda de novos trens para as duas cidades. As estações Jundiaí-Paranapiacaba (atuais linhas 7 e 10 respectivamente) eram interligadas em uma linha só desde os tempos da E.F.S.J sendo que antes da chegada dos Mafersas 700, operava com os Budd da série 100 (atual 1100) e alguns 400 (atual 1400). Mas como superar a enorme demanda  da rede, era fácil, precisavam de mais trens. Mas a demanda estava relativamente alta e os trens operantes já não suportavam. Num plano urgente a STU do Rio de Janeiro mandou alguns trens da série

Mafersa/sob licença The Budd Company 1600 (Frota Desativada)

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BUDD Mafersa 1600

Situação da frota: Os trens remanescentes operam a linha 7-Rubi, 11-Coral (trecho) e 12-Safira 

História do 1600: Postando a 3° série de trens da CPTM feito em julho de 2012. Falaremos da série 1600, o  Budd Mafersa. Ele chegou em meados de 1978 para a operação da Variante Poá e do trecho da Estrada de Ferro Central do Brasil (que na época compreendia o trecho Brás-Estudantes). Em 1984 mudou para o padrão CBTU e conviveu com a enorme lotação do lado leste da região metropolitana. Assim como seu "irmão" mais velho 1400, sofreu inúmeros vandalismos, seja pela constante lotação, as portas danificadas e o quebra-quebra que fazia parte da rotina dos usuários. Na configuração padrão do 1600, a mascara da frente não tinha a janela do meio, sendo assim ficava uma

Mafersa/sob licença The Budd Company 1400 (Frota Desativada)

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BUDD Mafersa 1400

Situação da frota: Os modelos remanescentes da frota estão divididos nas linhas 7-Rubi (Francisco Morato - Luz), 11-Coral (trecho Guaianazes - Estudantes) e 12-Safira (Brás-Calmon Viana)

História do 1400: Vamos com o segundo trem da série da CPTM, desenhado em Abril de 2012. Trata-se do 1400, segundo modelo de trens produzido da Mafersa para a RFFSA  para a operação da EFSJ no meio da década de 70.  Sua frota de trens era considerado novo para a época, já que os Budd 1100 já tinha quase 20 anos de operação quando os 1400 chegaram e coincidiu muito o layout interno dos trens do Metrô de São Paulo que chegaram em 1974.  Suas portas eram da forma de borracha larga, modelo comum que foi presente nos BUDD Mafersa, Mafersa e Cobrasma na época quando chegaram no Metrô, até aí sem problemas, porém quando a RFFSA passou para a CBTU em 1984 a operação da EFSJ (atuais linhas 10 e 7) e da Variante Poá (atual linha 12), os Mafersas passaram os piores momentos de suas operações em São Paulo. Como a demanda da região metropolitana na qual englobava a operação da CBTU cresceu exageradamente, a população acabou sofrendo com lotações nos trens e os constantes atrasos. A Variante Poá no qual o 1400 passou a maior parte da operação, sofreu inúmeros vandalismos. As portas que tinham uma configuração padrão, acabou sofrendo as maiores consequências dos usuários. Como o  sistema de ventilação era precário e o trem vivia lotado, alguns conseguiam driblar isso forçando a abertura  ou até mesmo arrancando as borrachas das portas, assim o sistema

Mafersa/sob licença The Budd Company 1100 (*Frota desativada)

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BUDD Mafersa 1100

Situação da Frota: Depois de 61 anos, no dia 26 de maio de 2018 o modelo 1100 fez sua última viagem operacional, partindo as 10h na Estação da Luz em direção a Estação de Jundaí. Em todo seu trajeto recebeu nos avisos das estações que aquele seria sua ultima viagem. Diversos admiradores das ferrovias, em especial da CPTM foram ao evento e se assemelhou muito a despedida do modelo Budd Mafersa (frota A do Metrô) que também era a mais antiga do sistema. O modelo 1114-1115 da CPTM será preservado no patio Lapa, segundo fontes, caso contrário do que aconteceu com os demais modelos da frota que estão abandonados no próprio pátio de manobras de Jundiaí. Com essa retirada da circulação pôs fim a era Budd Mafersa (junção das empresas The Budd Company e Mafersa) que fabricou além da frota 1100, os modelos 1400, 1600 da CPTM e a frota A do Metrô de São Paulo. Com a aposentadoria do modelo 1100, coube o posto de modelo mais antigo da CPTM o modelo Cobrasma FNV de série 4400 com 54 anos de operação comercial.

História do 1100: Escrevo aqui falando sobre os trens da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), empresa criada no Governo Fleury em 1992, empresa do governo estadual que administra a malha das antigas linhas da Sorocabana (atual linhas 8 e 9), Estrada de Ferro Central do Brasil (atual linha 11), Variante Poá (atual linha 12) e a Estrada de Ferro Santos-Jundiaí (atuais linhas 7 e 10). Algumas dessas linhas na década de 50 ficou na mão da RFFSA  (Rede Ferroviária Federal S.A)  a exceção  das atuais linhas 9 e 8 (que depois da Sorocabana foi para a Fepasa). Antes mesmo da CPTM, as atuais linhas 7, 10, 11 e 12 foram pertencentes a CBTU, empresa da União que  atualmente