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7/05/2015

Mafersa/sob licença The Budd Company 600 - 1977 (RFFSA) - (Frota Desativada)

Desenho do Budd 600 abaixo, para sua visualização: Clique na imagem e quando abrir a janela clique em cima da imagem novamente. 
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Resumo: Dando continuidade aos modelos antigos, posto pra vocês a memorável configuração do Mafersa 600 (atual 1600 da CPTM). A pintura representativa era da RFFSA e o trecho de operação era da antiga estação Roosevelt (atual Brás) até Calmon Viana (atual linha 12-Safira). Esta configuração difere muito do modelo 400 da Budd, pois as portas que ficavam no meio das máscaras (para os operadores) deixaram de existir e foram colocadas na lateral dos trens (isto serviu de referência para alguns modelos posteriores).  Esse modelo também foi um dos mais vandalizados do sistema onde tinha a borracha das portas constantemente arrancadas. Isto facilitou e fragilizou as mesmas, sendo que constantemente o trem mal andava com as portas fechadas. Este trem já teve um desenho representado aqui na sua forma atual e para saber mais sobre esse modelo, vide Budd Mafersa 1600

5/15/2015

Mafersa/sob licença The Budd Company 400 - 1974 (RFFSA) - (Frota Desativada)

Desenho do Budd 400 abaixo, para sua visualização: Clique na imagem e quando abrir a janela clique em cima da imagem novamente.
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Resumo: Com a parte II dos modelos e configurações antigas dos trens da região metropolitana de São Paulo, posto o render do Budd 400. Esse modelo chegou em 1974, 18 anos após o Budd 101, uma das frotas mais antigas do sistema atualmente. Esse modelo assemelha um pouco o primeiro Budd das ferrovias paulistas, as diferenças notáveis são os pantógrafos mais modernizados no 400 e a capelinha da lanterna que ficou mais discreta, assim também como portas com um novo desenho. Neste desenho também é representado a RFFSA (Rede Ferroviária Federal S.A), órgão do então governo militar que assumiu em parte as ferrovias do pais no período de 1971 a 1984 e a gestão e operação dos trens urbanos principalmente das cidades do Rio de Janeiro e São Paulo.Alguns de seus poucos modelos atualmente operam a extensão da linha 7, 11 e 12 e são denominados frota 1400. Ele já teve um desenho representado aqui na sua forma atual e para saber mais sobre esse modelo, vide Budd Mafersa 1400

3/15/2015

Mafersa/sob licença The Budd Company 101 - 1956 (EFSJ) (*Frota desativada)

Desenho do BUDD 101 abaixo, para sua visualização completa: Clique na imagem e quando abrir a janela clique em cima da imagem novamente < b/>
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Resumo: Hoje definitivamente começam pra valer a seção "Modelos antigos" dos trens da Região Metropolitana de São Paulo e o carro chefe de hoje é o BUDD Mafersa 101, atual BUDD Mafersa 1100. Ele está representado como o modelo que operou na EFSJ (Estrada de Ferro Santos-Jundiaí) e trajeto que ia de Paranapiacaba até Jundiaí. Modelo que representa sua configuração na década de 1960 mas vale ressaltar que essa configuração mudou somente na modernização da frota em 1998. Para mais informações do modelo, vide BUDD Mafersa 1100

1/29/2015

Mafersa/sob licença The Budd Company 1600 (Frota Desativada)

Desenho do Budd 1600 abaixo, para sua visualização: Clique na imagem e quando abrir a janela clique em cima da imagem novamente.
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BUDD Mafersa 1600

Situação da frota: Os trens remanescentes operam a linha 7-Rubi, 11-Coral (trecho) e 12-Safira 

História do 1600: Postando a 3° série de trens da CPTM feito em julho de 2012. Falaremos da série 1600, o  Budd Mafersa. Ele chegou em meados de 1978 para a operação da Variante Poá e do trecho da Estrada de Ferro Central do Brasil (que na época compreendia o trecho Brás-Estudantes). Em 1984 mudou para o padrão CBTU e conviveu com a enorme lotação do lado leste da região metropolitana. Assim como seu "irmão" mais velho 1400, sofreu inúmeros vandalismos, seja pela constante lotação, as portas danificadas e o quebra-quebra que fazia parte da rotina dos usuários. Na configuração padrão do 1600, a mascara da frente não tinha a janela do meio, sendo assim ficava uma

Mafersa/sob licença The Budd Company 1400 (Frota Desativada)

Desenho do Budd 1400 abaixo, para sua visualização: Clique na imagem e quando abrir a janela clique em cima da imagem novamente.
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BUDD Mafersa 1400

Situação da frota: Os modelos remanescentes da frota estão divididos nas linhas 7-Rubi (Francisco Morato - Luz), 11-Coral (trecho Guaianazes - Estudantes) e 12-Safira (Brás-Calmon Viana)

História do 1400: Vamos com o segundo trem da série da CPTM, desenhado em Abril de 2012. Trata-se do 1400, segundo modelo de trens produzido da Mafersa para a RFFSA  para a operação da EFSJ no meio da década de 70.  Sua frota de trens era considerado novo para a época, já que os Budd 1100 já tinha quase 20 anos de operação quando os 1400 chegaram e coincidiu muito o layout interno dos trens do Metrô de São Paulo que chegaram em 1974.  Suas portas eram da forma de borracha larga, modelo comum que foi presente nos BUDD Mafersa, Mafersa e Cobrasma na época quando chegaram no Metrô, até aí sem problemas, porém quando a RFFSA passou para a CBTU em 1984 a operação da EFSJ (atuais linhas 10 e 7) e da Variante Poá (atual linha 12), os Mafersas passaram os piores momentos de suas operações em São Paulo. Como a demanda da região metropolitana na qual englobava a operação da CBTU cresceu exageradamente, a população acabou sofrendo com lotações nos trens e os constantes atrasos. A Variante Poá no qual o 1400 passou a maior parte da operação, sofreu inúmeros vandalismos. As portas que tinham uma configuração padrão, acabou sofrendo as maiores consequências dos usuários. Como o  sistema de ventilação era precário e o trem vivia lotado, alguns conseguiam driblar isso forçando a abertura  ou até mesmo arrancando as borrachas das portas, assim o sistema

Mafersa/sob licença The Budd Company 1100 (*Frota desativada)

Desenho do Budd 1100 abaixo, para sua visualização: Clique na imagem e quando abrir a janela clique em cima da imagem novamente.
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BUDD Mafersa 1100

Situação da Frota: Depois de 61 anos, no dia 26 de maio de 2018 o modelo 1100 fez sua última viagem operacional, partindo as 10h na Estação da Luz em direção a Estação de Jundaí. Em todo seu trajeto recebeu nos avisos das estações que aquele seria sua ultima viagem. Diversos admiradores das ferrovias, em especial da CPTM foram ao evento e se assemelhou muito a despedida do modelo Budd Mafersa (frota A do Metrô) que também era a mais antiga do sistema. O modelo 1114-1115 da CPTM será preservado no patio Lapa, segundo fontes, caso contrário do que aconteceu com os demais modelos da frota que estão abandonados no próprio pátio de manobras de Jundiaí. Com essa retirada da circulação pôs fim a era Budd Mafersa (junção das empresas The Budd Company e Mafersa) que fabricou além da frota 1100, os modelos 1400, 1600 da CPTM e a frota A do Metrô de São Paulo. Com a aposentadoria do modelo 1100, coube o posto de modelo mais antigo da CPTM o modelo Cobrasma FNV de série 4400 com 54 anos de operação comercial.

História do 1100: Escrevo aqui falando sobre os trens da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), empresa criada no Governo Fleury em 1992, empresa do governo estadual que administra a malha das antigas linhas da Sorocabana (atual linhas 8 e 9), Estrada de Ferro Central do Brasil (atual linha 11), Variante Poá (atual linha 12) e a Estrada de Ferro Santos-Jundiaí (atuais linhas 7 e 10). Algumas dessas linhas na década de 50 ficou na mão da RFFSA  (Rede Ferroviária Federal S.A)  a exceção  das atuais linhas 9 e 8 (que depois da Sorocabana foi para a Fepasa). Antes mesmo da CPTM, as atuais linhas 7, 10, 11 e 12 foram pertencentes a CBTU, empresa da União que  atualmente

1/28/2015

Alstom/Siemens (Frota I - antigo Budd Mafersa)

Desenho do Tue Siemens abaixo, para sua visualização: Clique na imagem e quando abrir a janela clique em cima da imagem novamente.
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Alstom/Siemens Frota I

Situação da frota: Alguns trens modernizados da frota entregues ao Metrô, operam a linha 1-Azul

História do Alstom: Hoje vamos com o desenho do segundo trem modernizado da linha 1-Azul. O antigo TUE 115, que compreendia carros de números (1053-1054-1159-1160-1113-1114)  foi entregue ao Metrô reformado, com tecnologias atuais de operação pra suprir a necessidade dos usuários. Esse Budd foi reformado por um grupo de empresas privadas formadas pela Alstom e Siemens, que juntas são grandes empresas responsáveis em malha ferroviária. Esse TUE reformado apresenta características semelhantes aos demais trens reformados. Ele ganha ar condicionado,  acessório que sempre foi ausente nos trens da linha 1, ganha um maior espaço interno para atender a super demanda  e assim se adequa aos demais trens modernizados que também vem com assentos mais curtos e com corredor mais amplo.

Bombardier (Frota J - antigo Budd Mafersa)

Desenho do Bombardier da linha 1 abaixo, para sua visualização: Clique na imagem e quando abrir a janela clique em cima da imagem novamente.
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Bombardier Frota J

Situação da frota: A frota J encontra-se operando em maior parte na linha 2-verde e poucos modelos na linha 1-Azul.

História do trem da Bombardier: Vamos agora com o primeiro trem modernizado da linha 1 azul. O antigo TUE 131 que compreendia os carros (1183-1184-1188-1187-1185-1186) foi entregue à Companhia do Metropolitano para voltar a prestar serviços na linha 1.  A Companhia do Metropolitando por meio da Bombardier por intermédio de licitação foi a responsável pra reformar parte dos trens da linha 1, que compreende TUE's do A27 ao A51. A outra metade ficou com a Siemens que compreende outro consórcio de trem. A Bombardier refez um Budd muito mais moderno do que no ano de lançamento, a principal caracteristica foram que a Bombardier manteve as cabines inclinadas, coisa muito original no modelo antigo

Mafersa/sob licença The Budd Company A33/133 (Década de 1990 - frota antiga)

Desenho do BUDD antigo abaixo, para sua visualização: Clique na imagem e quando abrir a janela clique em cima da imagem novamente.
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Budd Mafersa A33
História do A33: Em comemoração dos 50 anos da fundação da Companhia do Metropolitano no dia 24 de Abril de 2018, foi entregue no nosso blog o render do modelo o que foi o modelo mais emblemático e um dos mais antigos do Metrô até 2012, o modelo A33 (Tue 33). No começo da década de 1970, foi projetado o primeiro modelo de metrô brasileiro, depois de anos de estudo, que viria desde a década de 1920, com maquetes de estações, linhas e trens que seriam desenvolvidos até então pela São Paulo Light and Power Co.,(operadora de bondes da capital em até então em parceria com a Light). Porém os estudos ficaram estagnados até que em 1968 nasce a Companhia do Metropolitano, o Metrô, que ficaria responsável por tocar os projetos de criação e expansão das futuras linhas. 
A primeira linha projetada foi a então Norte-Sul (que ligaria os bairros de Santana a Jabaquara) por túneis em sistema de VCA (vala a céu aberto), shield (atualmente conhecido como "Tatuzão", pra perfurar terrenos mais densos, como o solo do centro da cidade) e via elevado (pra evitar erosões na varzea do Rio Tietê). Começando as obras em trechos, o sistema de VCA "rasgou" a área sul da cidade interrompendo a circulação de grandes avenidas. Nesse tempo, no começo da década de 1970 já estava em implementação o pátio Jabaquara, na qual este ficaria responsável por abrigar os trens e áreas de manutenção da companhia. 
Para implementar o sistema de trens, o Metrô encomendou a fabricação do seu primeiro modelo atravéz da Mafersa (detentora da antiga fabrica na Lapa, atualmente da Alstom) e pra isso voltou naquela época a parceria que desenvolveu com a americana The Budd Company, na qual deu a licença para a mesma (a primeira parceria entre as empresas deu-se 15 anos antes, para o modelo 100 da EFSJ). Assim então foi projetado o primeiro trem metroviário brasileiro!
Em 1972 quando ainda o Patio Jabaquara estava sendo construído, foi entregue o primeiro protótipo do que seria o primeiro trem metroviário. Chegou no pátio um tue com formação de dois carros. Vale lembrar que a operação da linha Norte-Sul poderia ser usado três tipos de tues diferentes: 2 carros pra baixa demanda, 4 carros pra demanda média e 6 carros pra demanda alta. Como o modelo chegou na configuração mínima, necessáriamente útil pra baixa demanda, era sim, um trem completo! 
A sua entrega foi festejada no bairro do Jabaquara com a presença de autoridades e a unidade percorreu um pequeno trecho do patio até então. No mesmo lugar, o modelo recebeu as atualizações necessárias para a operação da linha (incluindo reforço do batente nas portas e sistema pneumático pra abertura das mesmas). O tue até então entregue, seria o último de uma série de 33 trens com 198 carros de um primeiro lote chamado A, seria responsavel pelos primeiros anos de operação da linha e devido a isso, para a companhia era conhecido como trem 133 (onde 1 é referência para a linha Norte-Sul). Uma das curiosidades do modelo é que, além de operar com 2, 4 e 6 carros, fato esse que nunca ocorreu, suas cabines ocupavam só a metade da máscara frontal. O modelo Budd Mafersa foi inspirado nos trens BART da Califórnia por dotar do mesmo sistema. ]
Nesse tempo também foram desenvolvidos os outros 108 carros para o sistema, chamado de Lote B e até 1975, um ano após a inauguração da linha, já tinha 1306 carros operantes na Norte-Sul. Quanto a operação de 2 ou 4 carros, isso nunca veio a acontecer, pois a demanda da linha era tão alta, que ficou inviável desmembrar os trens pra fazer esse "esquema estratégico". Essas cabines intermediárias foram sendo abandonadas conforme a companhia montava os 6 carros e nunca mais foram usadas, a não ser pra canibalização, uma espécie de repositores de peças para as cabines operantes. Com a junção das composições, a companhia acabou misturanto os lotes A e B num trem só. 
Exemplo: o tue 133 tinha entre as composições do protótipo, um modelo do lote B. Se seguisse a numeração correta, o tue teria os carros 1193 até o 1198 na ordem, porém com o acoplamento irregular, as unidades 1197 e 1198 foram parar no trem 134 (na qual seria a primeira unidade do lote B). 
O metrô permaneceria 30 anos operando o trem nessas configurações até que em 2004 surgiu a primeira mudança nos modelos Budd. Foram mudados o sistema de mecanização das portas para se assemelhar com os modelos C, D e E. Até então os lotes A e B, cada porta fechava sua "folha" individualmente e logo depois da modificação, começaram a fechar sincronizadas umas com as outras. O processo durou até 2007 quando a unidade 118 foi o último modelo a receber a atualização de portas. Também foram elimidadas as borrachas largas que existiam entre as portas e foram modificadas pro padrão macho-fêmea, onde as portas se conectavam uma as outras pra evitar que o sistema de trens "bugasse" ao não entender se as portas estavam totalmente fechadas. O sistema também não duraria muito, pois logo em 2010 foi mandado a modernização os primeiros trens pra modernização para desenvolver o projeto "Expansão SP" do governo que iria viabilizar até então, uma "ampla" melhoria no sistema de trilhos da capital e RMSP.
Nesse tempo também foi modificada a numeração dos trens. Se antigamente havia várias carros embaralhados dificultando a comunicação entre os operadores, cada unidade recebeu uma letra e uma sequencia de 3 números, por exemplo o modelo 33, virou A33 para os usuários e então cada carro recebeu uma numeração mais específica:
exemplo: A33 (onde A é a frota, no caso a primeira, e 33 o número do trem. Cada carro recebeu uma numeração de 1 a 6 acompanhado do número do trem: carro A336 (onde 6 é o carro líder sentido sul).

Continua...

Mafersa/sob licença The Budd Company (Frota A - Extinta)

Desenho do BUDD abaixo, para sua visualização: Clique na imagem e quando abrir a janela clique em cima da imagem novamente.
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 BUDD Mafersa


Situação da frota: No dia 01/02/2018 foi o último dia de operação do modelo "BUDD Mafersa" no Metrô. O trem de prefixo A35/135 (antigo A23/123) foi o último modelo de uma série de 51 que operou desde a inauguração da Linha 1-Azul, em 1974. Em 1979 foi este modelo também a inaugurar a então Linha Leste-Oeste (atual Linha 3-Vermelha) no trecho Sé-Brás e ficou na mesma linha algumas de suas unidades até a chegada dos modelos Cobrasma e Mafersa. Também operou na Linha 2-Verde junto aos modelos Mafersa até 2008, quando chegaram os novos trens da Frota G. A frota A foi produzida em 1972 e foi dividida em dois lotes: Lote A (198 carros), essa primeira linha compreendia em tese os trens 101 ao 133. Lote B (108 carros), segunda linha que compreendia os trens 134 ao 151 (esta última linha entregue quando a linha já estava completa, em 1975). Porém não se sabe o motivo, o Metrô mesclou as frota A e B e uma composição chegava a apresentar os dois lotes juntos formando os seis carros. Com a padronização da numeração dos trens (ex A016: A, significa a frota; 01 o trem 101 e 6 o número do carro) a bagunça da numeração dos trens foi desfeita. Em 2010 saíram as unidades A15/115 para a Alstom e a unidade A31/131 para a Bombardier. Voltaram dois anos depois como I15 e J31 com layoult interno moderno, sistema de vigilância, ar-condicionado, freios modernizados e mascaras frontais novas. Em 2012, a composição modernizada I12 estava com o sistema CBTC acionado indevidamente, eis que andou sozinho e acabou chocando com a composição A33 (coincidêntemente o primeiro protótipo do Metrô). O trem I12 ficou 4 anos inoperante pra reparos na cabine completamente destruída e ainda a Alstom teve que cobrir o prejuizo da Bombardier, pois o A33 seria modernizado por ela. Pra aliviar, a Alstom cedeu um trem que seria modernizado por ela, o A24/124 pra Bombardier e a mesma teve que ceder o A33 pra Alstom. Essa não foi a única troca feita entre as empresas responsáveis pela modernização. A Alstom também teve que promover outras trocas de trens com a Bombardier, pois era o consórcio mais atrasado do lote. Como a lista seguia uma ordem, quando chegava em uma composição que seria da Alstom, ela cedia a Bombardier e assim adiava mais um pouco o prazo pra reformar um trem. As composições trocadas foram: A01< >A47; A02< >A44; A16< >A50; A21 < >A27 e A23 < >A35.
No penúltimo dia de operação do A35 (o trem remanescente), o Metrô organizou uma despedida entre funcionários, fãs, blogueiros e jornalistas. A composição chegou vazia na estação Paraíso com destino ao Jabaquara. Ao mesmo tempo a locução da estação anunciava que este era o último trem da frota A. O trem seguiu operando até a estação Jabaquara, onde o primeiro carro A356 estava lotada de fãs, jornalistas e blogueiros enquanto os demais carros estavam com passageiros comuns. Quando saiu da estação Conceição o operador agradeceu dizendo que aquele momento era histórico para a companhia. Quanto parou no Jabaquara, a companhia deixou por mais 5 minutos para dar a oportunidade a um último registro fotográfico e saiu logo em seguida. No dia seguinte chegou a fazer a operação comercial e operou até as 19h do dia 01 de fevereiro sendo recolhido para os ajustes finais.
O Budd Mafersa foi o trem do metrô mais antigo do Brasil e operou por 43 anos e agora herda hoje esse  posto  o modelo Mafersa do Metrô do Rio de Janeiro.

História do Budd: Bem vamos com mais um desenho representativo de mais uma composição do Metrô de São Paulo feito em julho de 2010. Hoje é um Mafersa que em parceria com a The Budd Company, desenvolveu, não só os trens da atual linha 1-Azul como três séries da CPTM, que na época era pertencente a CBTU e foi dito no ultimo post.  Esse BUDD teve seu primeiro protótipo operando em 1972, quando a linha 1 ainda estava em obras. Posteriormente em 1974 chegou a primeira série de trens que iam do Jabaquara até Vila Mariana , no no ano seguinte foi inaugurado o trecho até Santana, totalizando uma frota completa de 51 trens. Na concepção dos trens da linha 1, dois vagões formariam um TUE, assim como quatro vagões e seis vagões operando independentemente. Essa idéia seria de acordo com a demanda que a linha teria no começo dela, se houvesse demanda baixa operaria com dois vagões, mas como a cidade de São Paulo viveu sempre muito habitada, essa idéia não prosseguiu e todos os trens operam com seis vagões completos. O Budd foi o único modelo que operou em três linhas diferentes. No começo sempre na linha 1 desde quando inaugurou. Depois na linha 3- Vermelha onde operou até a chegada completa dos Cobrasmas e Mafersas e por mais tempo operou na linha 2-Verde. Primeiramente dividindo a linha com os Mafersas da linha 3 até 98 e depois com os Milênios até 2009. Abandonou a linha por causa da chegada nos novos Alstons e também porque devido o designer de algumas novas estações não caberia sua configuração nelas, caso recente da Estação Sacomã que tem portas de plataformas e pelo designer dos Budds eles nunca alinhariam corretamente.