Desenho do Budd 1100 abaixo, para sua visualização: Clique na imagem e quando abrir a janela clique em cima da imagem novamente.
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Situação da Frota: Depois de 61 anos, no dia 26 de maio de 2018 o modelo 1100 fez sua última viagem operacional, partindo as 10h na Estação da Luz em direção a Estação de Jundaí. Em todo seu trajeto recebeu nos avisos das estações que aquele seria sua ultima viagem. Diversos admiradores das ferrovias, em especial da CPTM foram ao evento e se assemelhou muito a despedida do modelo Budd Mafersa (frota A do Metrô) que também era a mais antiga do sistema. O modelo 1114-1115 da CPTM será preservado no patio Lapa, segundo fontes, caso contrário do que aconteceu com os demais modelos da frota que estão abandonados no próprio pátio de manobras de Jundiaí. Com essa retirada da circulação pôs fim a era Budd Mafersa (junção das empresas The Budd Company e Mafersa) que fabricou além da frota 1100, os modelos 1400, 1600 da CPTM e a frota A do Metrô de São Paulo. Com a aposentadoria do modelo 1100, coube o posto de modelo mais antigo da CPTM o modelo Cobrasma FNV de série 4400 com 54 anos de operação comercial.
História do 1100: Escrevo aqui falando sobre os trens da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), empresa criada no Governo Fleury em 1992, empresa do governo estadual que administra a malha das antigas linhas da Sorocabana (atual linhas 8 e 9), Estrada de Ferro Central do Brasil (atual linha 11), Variante Poá (atual linha 12) e a Estrada de Ferro Santos-Jundiaí (atuais linhas 7 e 10). Algumas dessas linhas na década de 50 ficou na mão da RFFSA (Rede Ferroviária Federal S.A) a exceção das atuais linhas 9 e 8 (que depois da Sorocabana foi para a Fepasa). Antes mesmo da CPTM, as atuais linhas 7, 10, 11 e 12 foram pertencentes a CBTU, empresa da União que atualmente
