Metrô em tempo real

1/30/2015

Bombardier 5500 Fase II (Frota Desativada)

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 Sorefame/Mafersa

Situação da frota: Os trens remanescentes operam a linha 12-Safira

História do Bombardier Fase II: Hoje vamos falando sobre um desenho de março de 2014 com o modernizado da CPTM, aliás o primeiro trem modernizado que estava apodrecendo em páteo e teve uma descaracterização do modelo original, a Bombardier fez do antigo Eletrocarro sua nova frota de operação. A questão da modernização de trens da RMSP está sendo atualmente muito discutida devido a um suposto cartel denunciado pela multinacional Siemens, sobre erros no contrato das mesmas, onde empresas eram obrigadas a se desligar de licitações, posteriormente davam prioridade a uma empresa lider do setor e que vencia o processo licitatório e encaixava as empresas "derrotadas" para participar do sistema, assim superfaturando processos de modernização de trens, onde alguns supostos valores poderia comprar trens novos comparado com um modernizado (um trem já usado). Encaixa nesse tipo também a instalação do sistema de CBTC (sistema de rápida comunicação entre trens na via) encabeçada pela Alstom para o Metrô. As principais modernizações envolvem todas as frotas do Metrô, entre elas a frota I(Alstom), J(Bombardier), L(Alstom) e a não mais famosa frota K(TTrans), onde é a principal indicada pelos operadores do Metrô e noticiado pela imprensa como a mais problemática do sistema, incluindo pesadamente no veículo 307(K07), que foi o segundo trem modernizado do sistema, onde portas abriram-se no

Sorefame/Mafersa 5500 (Eletrocarro) - (Frota Desativada)

Desenho do Eletrocarro abaixo, para sua visualização: Clique na imagem e quando abrir a janela clique em cima da imagem novamente.
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*Frota Desativada 

  História do Eletrocarro: Olá, vamos hoje com o último modelo desenhado em dezembro de 2013 com o modelo firmado pelo consórcio Eletrocarro que teve como líder a Sorefame, antiga empresa portuguesa de fabricação de trens (adquirida pela Bombardier em 2000), ACEC (Bélgica) e montagem pela Mafersa aqui no Brasil. A intenção inicial da operação dos chamados "belgas" no Brasil aconteceu no final da década de 70. Tanto a indústria metroviária e ferroviária estava em constante crescimento, foi em 1979 que a Fepasa estava finalizando o contrato com os Francorail 5000 (antigo 9000), mandou encomendar cerca de 25 tues com formação de quatro carros cada um através do consórcio Eletrocarro (que recebeu número de série 9500) para a operação da então linha sul da Fepasa que ia somente de Osasco a estação Pinheiros. A intenção era operar conjuntamente com os Fepasões, sendo esses operando com 6 carros contra 4 carros do belga, que mesmo com baixa demanda, a então conhecida hoje como linha 9 (Osasco-Grajaú), seria estendida até Santo Amaro. Na mesma época, paralelamente a RFFSA estava escassa com as duas linhas que operavam no antigo leito da Central do Brasil: a linha Roosevelt-Calmon Viana (atual linha 12)e Brás-Estudantes (atual linha 11). Como sabemos, essas duas linhas sempre operaram de forma escassa com a CBTU tendo a RFFSA como gestora. AS constantes vandalizações em cima dos Budd 1400 e 1600 e Cobrasma 4400 nas duas linhas, surtiram efeito com os usuários e a STU/SP necessitava de mais trens para poder repor os